Cidades

Técnicos do Sistema Geológico do Brasil visitam lajeado e projetam instalação de novos sistemas de medição do rio Taquari

Novo sensor de monitoramento será instalado junto à escadaria da rua Oswaldo Aranha e novas réguas físicas serão posicionadas para facilitar a visualização das cotas

Técnicos verificaram a situação do rio Taquari
Técnicos verificaram a situação do rio Taquari Foto : Laura Mallmann/Prefeitura de Lajeado/CP

Lajeado recebeu nesta terça-feira, a visita de uma equipe de técnicos do Sistema Geológico do Brasil (SGB-CPRM), responsável pelo monitoramento e medição do nível de rios. O objetivo foi verificar a instalação de novos métodos de medição do rio Taquari.

Conforme a prefeitura, um novo sensor de monitoramento do rio Taquari será instalado junto à escadaria da rua Oswaldo Aranha e novas réguas físicas serão posicionadas na rua João Abott para facilitar a visualização das cotas. A visita contou com a presença de técnicos do CPRM, do prefeito Marcelo Caumo, do secretário de Segurança Pública e integrante da Defesa Civil, Paulo Locatelli, e da secretária de Planejamento, Urbanismo e Mobilidade (Seplan), Cátia Berteli.

O gerente de Hidrologia do SGB-CPRM, Franco Buffon, explica que é muito importante que se tenha mais ferramentas de medições para o sistema de alerta do rio. “Precisamos aumentar o nosso conhecimento e nossa prevenção das ações do rio Taquari. Conhecendo mais, conseguimos trabalhar ainda mais com a prevenção. Vamos ampliar o sistema de monitoramento, criando uma grande rede de informações para abastecer a comunidade e as autoridades locais”. Explica.

Os trabalhos do CPRM em junho e julho serão focados nos Vales do Taquari e do Caí para restabelecer os sistemas de monitoramento. Serão recolocados sensores em Muçum, Encantado, no Fão, Lajeado e Vila Mariante. A projeção dos técnicos é de que, em três semanas, o novo sensor e as novas réguas já estejam instaladas.

Conforme Buffon, os novos sistemas são uma tentativa de reduzir a diferença de medições e níveis do rio apresentadas nas últimas grandes cheias. “Pode ser que as diferenças sigam acontecendo, mas precisamos entender a dinâmica do rio e passar a informação mais confiável para a comunidade”, explica Buffon.

O secretário de Segurança Pública, Paulo Locatelli, também reforça a importância de ampliar os sistemas de monitoramento. “Agir com prevenção é essencial, por isso precisamos do maior número de informações precisas. Dessa forma, vamos conseguir ter mais um mecanismo de mobilização tendo como foco o desempenho de ações proativas, frente a eventos adversos”, avalia.