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Tarcísio, Nunes e ministério de Lula pressionam agência reguladora por fim de contrato da Enel

Apagão ocorreu após forte tempestade

Pessoas ficam sem luz em SP após tempestadee
Pessoas ficam sem luz em SP após tempestadee Foto : Miguel Schincariol / AFP / CP

A pressão pelo fim da concessão da Enel, empresa que opera o serviço elétrico na capital paulista e região metropolitana, uniu o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), o governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e até o Ministério de Minas e Energia, do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em meio ao apagão que atinge a capital paulista e chega ao seu terceiro dia neste domingo, 13, com 900 mil imóveis ainda sem luz.

Enquanto Nunes diz esperar que São Paulo ''possa se livrar dessa empresa'', Tarcísio pediu o fim da concessão por caducidade, como é conhecido, no jargão administrativo, a extinção de um contrato por inexecução do acordo celebrado entre as partes.

''Se o Ministério de Minas e Energia e, sobretudo, a Aneel, tiverem respeito com o cidadão paulista, o processo de caducidade será aberto imediatamente'', diz o posicionamento publicado pelo governador em seus perfis oficiais.

A pasta de Minas e Energia, chefiada por Alexandre Silveira, por sua vez, oficiou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pedindo mais rigor de fiscalização sobre a Enel. O órgão informou ainda que, na sua avaliação, a concessionária não apresenta ''qualquer indicativo'' que embase a renovação do contrato.

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