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Turismo rural e culinária colonial marcam o Festival Caminhos de Lomba Grande, em Novo Hamburgo

Evento gratuito aconteceu ao longo do final de semana na Comunidade Evangélica Luterana e contou ainda com feira de produtores locais, carreteada e apresentações musicais

A intenção é evidenciar a gastronomia de Lomba Grande e destacar a Rota Turística que existe no bairro
A intenção é evidenciar a gastronomia de Lomba Grande e destacar a Rota Turística que existe no bairro Foto : Fabiane Bondan / Divulgação / CP

Crianças, jovens e adultos, participaram do Festival Caminhos de Lomba Grande, em Novo Hamburgo, que aconteceu neste final de semana, na estrutura da Comunidade Evangélica de Lomba Grande, na área rural do município.

Com entrada franca, os visitantes puderam aproveitar os 800 metros quadrados de estrutura coberta e conhecer um pouco mais da gastronomia local, que combina comida caseira, sabores afetivos e rusticidade, características ligadas ao campo e também ao turismo rural. O Festival Caminhos de Lomba Grande contou ainda com a feira de produtores locais, venda de produtos coloniais e orgânicos, espaço kids, carreteada e atrações musicais, nos estilos sertanejo, rock e banda de baile, que se dividiram em dois palcos.

Morgana Spezzia, presidente da Associação Caminhos de Lomba Grande, disse que a ideia é evidenciar a gastronomia de Lomba Grande e destacar a Rota Turística que existe na área rural do bairro. "Hoje Lomba Grande recebe muitos turistas aos finais de semana. Famílias de Canoas, Porto Alegre, Cachoeirinha e demais cidades do entorno, mas os moradores da própria cidade, por vezes, acabam saindo daqui para aproveitar momentos de lazer e entretenimento em outros locais. Esse Festival foi pensado justamente para isso, fomentar o potencial turístico que existe dentro da própria cidade, explorando o sentimento de pertencimento."

Segundo Morgana, desde a pandemia se percebeu a necessidade de explorar espaços abertos, de oferecer atividades ao ar livre, de manter mais contato e proximidade com a natureza. "Colocar o pé na grama e ter a possibilidade de se aproximar e alimentar os animais. É uma vivência diferenciada relacionada a uma cultura mais rústica. Essa é a nossa aposta."

Morgana comenta que aliado a tudo isso, os visitantes ainda podem contemplar uma arquitetura histórica de casarões, igrejas e cemitérios, inseridos em estradas bucólicas, que contam parte da cultura local. "É uma oportunidade de mostrar que Novo Hamburgo é muito mais do que indústria. É história, cultura e acolhimento", destaca a titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo de Novo Hamburgo, Daiana Monzon.

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