Atuando há 24 anos na causa da doação de órgãos, a ViaVida deu mais um passo importante neste sábado para ampliar seu trabalho junto aos gaúchos. A nova sede da entidade em Porto Alegre, localizado no bairro Petrópolis, recebeu um mutirão de voluntários que realizou diversas melhorias no local.
Com aproximadamente 40 colaboradores, o Instituto SLC e colaboradores da empresa realizaram limpeza, pintura e outros trabalhos, acelerando a conclusão da reforma da estrutura, que já ocorre há dois anos. A ação foi organizada pela DU 99 com expertise em promover atividades de impacto social para ressignificação de espaços comunitários.
Conforme a presidente da ViaVida, Lúcia Elbern, além de dar o toque final antes da inauguração, prevista para o próximo dia 15 de outubro, um dos objetivos do mutirão é divulgar e estimular a doação de órgãos, reduzindo a lista de espera por um transplante.
“São 12 anos lutando para conseguir um imóvel, depois buscamos os parceiros (pessoas e empresas solidárias) para a obra”, conta a presidente.
O imóvel passou por reformas internas e estruturais para acolher a entidade social. A estimativa é que a nova sede permitirá a duplicação do atendimento aos pacientes em vulnerabilidade social.
“A proposta é aumentar o suporte oferecido, mais organizado, com mais vagas também na nossa pousada para recebermos mais pessoas em pré ou pós-transplantes, e estamos muito contentes com esta união de esforços. É um renascer da Via Vida”, comemorou Lúcia.
A ViaVida conta com cerca de 80 voluntários com atuação diretamente na causa. A instituição mantém a Pousada Solidariedade – casa de passagem que hospeda gratuitamente pessoas em tratamento – no pré e pós transplante – e que vêm de diversas regiões do Brasil para realizar o procedimento na capital gaúcha.
Também promove palestras, panfletagens e lives na internet, sempre levando informação à sociedade sobre o processo, inclusive trabalhando nas escolas com crianças e adolescentes acerca do tema. Também incentiva os cuidados com a saúde e prevenção de doenças associadas ao transplante para evitar que mais pessoas adoeçam e entrem em nas listas de espera por órgãos.