Nesta edição, cinco das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam o grupo Alimentação, cuja taxa passou de -0,01% para 0,51%; e Educação, Leitura e Recreação, de 0,00% para 0,32%. A análise deste resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos transportes (3,03%), Saúde e Cuidados Pessoais (1,17%) e Vestuário (1,00%).
Os itens que apresentaram maior influência positiva no IPC-S, na comparação entre a última semana de abril e a primeira de maio, foram gasolina (de 6,51 para 6,89), batata inglesa (de 16,88 para 25,20) e manga (de 12,19 para 16,11). Já os com maior influência negativa foram alface (de -21,33 para -15,65), alcatra (de -10,01 para -8,98) e laranja pêra (de -4,46 para -6,62).
Porto Alegre foi, no entanto, a capital que apresentou menor IPC-S nesta prévia, ao contrário de Belo Horizonte, no outro extremo da lista, com 1,32%.