A alimentação continua aumentando 1,63% pra 1,69%. Hortaliças e legumes 8,83%, carne suína 12,00%, frutas,9,21%, carne bovina, 3,39%, pressionam o grupo. Energia elétrica residencial 6,07%, que aumentou no final de outubro é o ítem que mais exerceu pressão. O aumento total ocorrido só deverá aparecer no índice no final de novembro.
Na média, das sete capitais pesquisadas, o IPC-S subiu de 0,55% para 0,63%, na passagem da última semana de outubro para a primeira semana de novembro. No comunicado divulgado na última sexta-feira (8), a FGV informou que a alta do IPC-S foi influenciada, principalmente, pelo aumento de preços dos alimentos, com destaque para as hortaliças e legumes.