Economia

Alta do IPC-S em Porto Alegre é puxada pelo setor de saúde

Nas demais capitais brasileiras, índice foi alavancado pelos alimentos

Das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Porto Alegre foi a única cuja alta do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) não foi causada pela alimentação. Na Capital gaúcha, o grupo de saúde e cuidados pessoais foi o destaque, com alta de 5,64%. O IPC-S fechou em 4,35% no município. A alta de 6,47% no preço dos planos de saúde, seguida por 11,17% em consultas médicas e 9,86% em salões de beleza, puxou o aumento do grupo.

No restante do País, as enchentes provocaram um aumento no preço das hortaliças e legumes, que provocou a elevação dos índices dos alimentos. Em São Paulo, em 2010, o IPC-S ficou em 6,61%. Em seguida, aparece Salvador, cujos preços do grupo alimentação fechou em 6,55%. No Rio de Janeiro, o grupo alimentação teve variação de 9,11% no ano e de 6,61% no índice geral.

Ainda que não sintam nos carrinhos do supermercado um aumento tão acentuado quando moradores de outras regiões do País, os gaúchos precisam ficar atentos aos preços de alguns itens. O açúcar cristal, por exemplo, teve alta de 15,59% em 2010. A carne bovina subiu, em média, 21,21%. Leite longa vida e o corte costela também tiveram forte alta nos últimos 12 meses em Porto Alegre.



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