A inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) acelerou em novembro, conforme o esperado, devido ao grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,13% para 0,27%. O indicador teve alta de 0,26 por cento em novembro, ante variação positiva de 0,01 por cento em outubro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), nesta terça-feira. Na terceira leitura de novembro, o índice havia subido 0,22 por cento. Esta foi a maior taxa de variação, desde a terceira semana de setembro de 2009, quando o IPC-S foi de 0,33 por cento.
Dos 21 itens componentes desta classe de despesa, 15 registraram acréscimos em suas taxas de variação. Dentre estes, o destaque foi o item Frutas (0,17% para 2,59%). Os grupos Despesas Diversas (-0,20% para 0,05%) e Vestuário (0,82% para 0,92%) também apresentaram acréscimos em suas taxas de variação.
Os custos de Despesas Diversas passaram de queda de 0,19 por cento em outubro para alta de 0,05 por cento agora. Por outro lado, os preços de Habitação diminuíram a alta, para 0,26 por cento neste mês, ante 0,51 por cento no anterior. As maiores altas individuais de preços em novembro foram de batata-inglesa, mamão papaia, cebola, açúcar refinado e condomínio residencial.
Alta dos alimentos contribui para aumento do IPC-S
Indicador apontou 0,26 por cento em novembro ante variação positiva de 0,01 em outrubro