Em função também dessa dificuldade, o governo também postergou, de outubro para dezembro, o primeiro recolhimento de IOF nessas operações. "Isso não quer dizer que não vão pagar nada. (A medida) Está valendo desde o dia do anúncio; vão pagar retroativo", explicou o ministro. A data prevista para o primeiro repasse do IOF ao governo era 5 de outubro e Mantega não soube dizer o dia exato em que foi fixado em recolhimento a partir de dezembro.
O ministro também não respondeu se a medida publicada hoje teria como objetivo controlar a cotação do dólar, que tem se valorizado nos últimos dias ante o real e levado os investidores estrangeiros a reduzirem a posição vendida em dólar.