Economia

Anac pode rever fim da franquia de bagagem se preço da passagem não cair, diz ministro

Ministro frisou que o objetivo do governo foi criar um mercado de serviço aéreo "low cost" no Brasil

Ministro frisou que o objetivo do governo foi criar um mercado de serviço aéreo "low cost" no Brasil
Ministro frisou que o objetivo do governo foi criar um mercado de serviço aéreo "low cost" no Brasil Foto : Alina Souza / CP Memória
O fim da franquia de bagagens poderá ser revisto se não resultar em redução dos preços das passagens, disse nesta quinta-feira o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella. "O ministério está de olho, vai acompanhar e já comunicou as companhias aéreas que, se a medida não resultar queda, ela não faz sentido", afirmou.

O ministro frisou que o objetivo do governo, ao adotar a medida, foi criar um mercado de serviço aéreo "low cost" no Brasil. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regula o setor de aviação. Ela aprovou, em dezembro, um nov regulamento que permitirá às companhias aéreas cobrarem pela bagagem despachada a partir do próximo dia 14. Os passageiros terão direito à gratuidade apenas na bagagem de mão, que passou de 5 kg para 10 kg.

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