De acordo com o levantamento, quatro das oito classes de despesa componentes do IPC-S apresentaram desaceleração em suas taxas de variação. Dentro dessa perspectiva, se destacam os grupos: Educação, Leitura e Recreação e Saúde e Cuidados Pessoais; cujas taxas passaram de 1,54% para 0,75%, e de 0,52% para 0,22%, respectivamente.
As pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Vestuário (0,99%), Educação, Leitura e Recreação (0,75%), Alimentação (0,51%) e Transportes (0,38%).
O IPC-S no Brasil registrou variação de 0,45%, o que indica 0,07 ponto percentual acima da taxa divulgada na última apuração. Três capitais tiveram acréscimo em seus índices semanais. Brasília passou de 0,21% para 0,29%, Belo Horizonte que subiu de 0,44% para 0,51% e Rio de Janeiro, que registrou a alta mais significativa: passou de 0,22% para 0,62%. Além da Capital gaúcha, outras quatro das sete capitais pesquisadas pela FGV tiveram decréscimo em suas taxas de variação: Salvador, Recife e São Paulo.