Com isso, a Capital gaúcha deixou de ter a segunda menor inflação entre as sete capitais pesquisadas. Agora, está atrás de Salvador, onde o IPC-S marcou -0,11%, além de Belo Horizonte, com 0,48%, e São Paulo, com 0,51%.
Além dos alimentos, itens de vestuário também influenciaram no bolso dos porto-alegrenses. As taxas de ambos passaram de 0,19% para 0,78% e 0,44% para 1,04%, respectivamente. O leite do tipo longa vida continua em alta, variando de 5,48% para 6,49% no período.
A análise deste resultado mostra que as pressões acima ou igual à variação média foram exercidas pelos grupos: Vestuário (1,04%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,82%) e Alimentação (0,78%). Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Comunicação (0,33%), Habitação (0,31%), Transportes (0,30%), Educação, Leitura e Recreação (0,22%) e Despesas Diversas (0,17%).
IPC-S sobe em seis capitais
O IPC-S avançou em seis das sete capitais pesquisadas na primeira quadrissemana de junho em relação à última de maio. No geral, o IPC-S registrou variação de 0,48% na primeira leitura de junho ante 0,32% na quadrissemana imediatamente anterior.
Além de Porto Alegre, o IPC-S apresentou acréscimo em sua taxa de variação em Salvador (de -0,46% para -0,11%), Belo Horizonte (de 0,45% para 0,48%), São Paulo (de 0,36% para 0,51%), Brasília (0,59% para 0,72%) e Rio de Janeiro (0,44% para 0,62%). O IPC-S recuou apenas no Recife (de 0,59% para 0,54%).