Armínio disse achar simpático que lembrem do nome dele e de outros economistas gestores em países emergentes, mas disse acreditar que o cargo ficará com um europeu. "Não tem nada disso, deve ficar para algum europeu. Seria até prepotente responder a esta pergunta (sobre se seria candidato)", afirmou no 23º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro.
No futuro, ele não descarta a chance de o fundo abrir mais espaço para países emergentes, mas não acha que este seja o momento. "Não estou envolvido nesta discussão, mas minha leitura é que os europeus, dado o momento que eles vivem, vão preferir manter a tradição e nomear um europeu."