Parode atribui o movimento a políticas de incentivo aos setores produtivos locais implementadas pelo governo do Estado. Entre as ações, destacou os incentivos fiscais concedidos às indústrias para torná-las mais competitivas no mercado e benefícios para atrair novas empresas, bem como para ampliar as que já estão instaladas no Rio Grande do Sul. "Foi um conjunto de ações importantes e decisivas que impulsionaram a atividade econômica gaúcha. Hoje, o Rio Grande cresce acima da média brasileira, de 8,9%, segundo o IBGE, por isso podemos dizer que o Estado tem crescido no ritmo chinês, uma prova de que a economia tem poder de reação e potencial", ressaltou.
Para os próximos meses, as projeções se mantêm animadoras, baseadas no bom momento da economia brasileira e do País, com aumento da empregabilidade, da renda e do crédito. O índice é composto pela indústria de transformação, agropecuária e serviços e entre esses três setores, mereceu destaque o desempenho da indústria que apresentou incremento de 14,9% no semestre sobre igual período do ano passado.
Nos outros dois segmentos, agropecuária e serviços, os desempenhos foram de 7,3% e 9,7% de crescimento, respectivamente, no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2009. O maior impacto verificado no setor primário foi do milho, 31,7%, seguido da soja em grãos que cresceu 29,1% no período. Em compensação, o arroz e o fumo caíram 12,5% e 22,7%, respectivamente no primeiro semestre desse ano. Mereceu destaque o
crescimento da soja que superou o do País devido à oscilação mais favorável do clima, ante as últimas safras no Estado.