Economia

Autorização de freeshops em cidades brasileiras fica para 2016

No RS, 11 cidades poderão ter tipo comércio

Autorização de freeshops em cidades brasileiras fica para 2016
Autorização de freeshops em cidades brasileiras fica para 2016 Foto : Daniel Badra / Especial / CP Memória
O secretário de Aduana da Receita Federal, Ernani Argolo, confirmou, nesta quarta-feira, que até o fim do ano deve estar concluído o sistema de controle da cota de compras em freeshops do lado brasileiro. O modelo é necessário para que seja regulamentada a lei que permite a instalação de comércio livre de impostos nas cidades que fazem fronteira com estrangeiras onde esse modelo de comercialização já existe. Com isso, a análise que pode autorizar os estabelecimentos fica para o ano que vem.

A reunião ocorreu em Brasília com parlamentares, prefeitos e lideranças de municípios de fronteira. Também ficou acertado que, em 16 de outubro, em Foz do Iguaçu, no Paraná, um encontro com técnicos da Receita Federal e de representantes de 26 municípios contemplados pela lei em todo o País vai ser realizada para que sejam anunciados os detalhes finais do processo de controle de cota. O sistema informatizado e integrado com lojistas deve impedir que estrangeiros comprem mais do que permite a legislação.

A regulamentação da lei é aguardada desde o fim de 2012, quando o projeto foi aprovado no Congresso Nacional e sancionado pela Presidência da República. No Rio Grande do Sul, além de Santana do Livramento, mais nove cidades estão contempladas pela lei: Chuí, Jaguarão, Porto Xavier, Aceguá, Barra do Quaraí, Itaqui, Quaraí, São Borja e Uruguaiana.

O encontro em Brasília reuniu a relatora da lei, senadora Ana Amélia (PP-RS), o deputado estadual Frederico Antunes (PP), o presidente do Parlasul, deputado Ciro Simoni (PDT), o autor do projeto, deputado federal Marco Maia (PT), o deputado federal Jerônimo Goergen (PP), o prefeito de Santana do Livramento, Glauber Lima (PT), o prefeito de Foz do Iguaçu, Reni Pereira (PSB), o presidente da Associação Comercial de Santana do Livramento (Acil), Sérgio Oliveira e assessores. Participaram também o subsecretário-adjunto de Aduana, Luís Felipe Barros, e o coordenador Geral de Aduana, José Carlos de Araújo.

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