Na categoria com maior participação, onde os genéricos representam 20% ou mais do faturamento, o reajuste pode chegar ao teto de 6,31%. Para remédios com faturamento de genéricos entre 15% e 20%, o aumento autorizado é de até 4,51%. Já entre medicamentos com menor participação de genéricos (faturamento menor que 15%), a Cmed autorizou alta de até 2,7%. No ano passado, o reajuste chegou a 5,85%.
A medida foi autorizada no dia 31 de março e algumas farmácias já praticavam os novos preços. No Rio Grande do Sul, até sexta-feira cerca de seis mil farmácias - sendo 900 em Porto Alegre - estarão com as novas tarifas.