O índice Nikkei, do Tóquio Stock Exchange, apresentava perdas de 395.09 pontos, a 9,264.09. No Brasil, a Bovespa teve a maior queda desde 2008, fechando a –5,72%. A principal causa para a insegurança foram declarações do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, que anunciou a reintrodução dos leilões de liquidez ilimitada, com vencimento em seis meses.
Ações dos bancos
Os papéis dos bancos foram os mais prejudicados na Europa, em razão da exposição das instituições financeiras às dívidas soberanas. O índice FT-100 da Bolsa de Londres cedeu 3,43%, Frankfurt perdeu 3,40% no índice DAX, e o índice CAC-40 da Bolsa de Paris caiu 3,90%. Nos EUA, o Dow Jones tombou 4,31%, aos 11.383,68 pontos, o S&P-500 caiu 4,78%, aos 1.200,07 pontos, e o Nasdaq perdeu 5,08%, aos 2.556,39 pontos.
No Brasil, só uma ação subiu (JBS ON, +0,47%), enquanto as ações de companhias exportadoras foram as mais prejudicadas. Vale ON, -5,77%, Vale PNA, -5,39%, Petrobras ON, -7%, Petrobras PN, -7,36%. Na Nymex, o contrato futuro do petróleo para setembro desabou 5,76%, a US$ 86,63 o barril, menor nível desde fevereiro. No setor bancário, Bradesco PN, -3,64%, Itaú Unibanco PN, -3,11%, BB ON, -4,95%, e Santander unit, -2,25%.
Com informações da Agência Estado.