Segundo Mantega, o Brasil nunca esteve tão bem e tão preparado para enfrentar as consequências de uma nova crise. "Nós não só temos mais reservas, como temos os mecanismos, os instrumentos que criamos na crise de 2008 e que poderão ser implementados a qualquer momento", afirmou. O ministro disse que o governo tem de ficar alerta e olhar as consequências desse quadro internacional na economia. Mantega disse que não acredita no overshooting do dólar, mas espera um "movimento relativo" da moeda.
Brasil está preparado para enfrentar crise, diz Mantega
Ministro disse que governo tem de ficar alerta e olhar as consequências do quadro internacional
Com o agravamento do quadro internacional, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quinta-feira que o País está preparado para enfrentar o problema com o mínimo de danos para a economia brasileira. "Houve um agravamento da situação internacional que tem atingido as bolsas no mundo todo e aqui também no Brasil, e isso reflete o enfraquecimento dos EUA e a situação europeia que não está resolvida. Eu espero que não continue esse agravamento", avaliou o ministro, em rápida entrevista na portaria do Ministério da Fazenda, antes de embarcar para o Peru.
Segundo Mantega, o Brasil nunca esteve tão bem e tão preparado para enfrentar as consequências de uma nova crise. "Nós não só temos mais reservas, como temos os mecanismos, os instrumentos que criamos na crise de 2008 e que poderão ser implementados a qualquer momento", afirmou. O ministro disse que o governo tem de ficar alerta e olhar as consequências desse quadro internacional na economia. Mantega disse que não acredita no overshooting do dólar, mas espera um "movimento relativo" da moeda.
Segundo Mantega, o Brasil nunca esteve tão bem e tão preparado para enfrentar as consequências de uma nova crise. "Nós não só temos mais reservas, como temos os mecanismos, os instrumentos que criamos na crise de 2008 e que poderão ser implementados a qualquer momento", afirmou. O ministro disse que o governo tem de ficar alerta e olhar as consequências desse quadro internacional na economia. Mantega disse que não acredita no overshooting do dólar, mas espera um "movimento relativo" da moeda.