Após a aprovação do Parlamento Europeu e dos Estados-membros, a partir de 1º de janeiro de 2014, todos os países que superaram, nos últimos quatro anos, os US$ 4 mil de renda média per capita não poderão se beneficiar das reduções de tarifas pagas por seus produtos para entrar no bloco de 27 países europeus. Com a medida, a UE procura focar os benefícios comerciais em 89 países mais necessitados para ajudá-los a desenvolver o seu comércio, em detrimento daqueles que têm alcançado níveis satisfatórios de desenvolvimento.
Na lista dos mais necessitados foi incluído o Haiti, além de vários países latino-americanos com renda baixa ou média-baixa: Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru e El Salvador. O México e vários países do Caribe, incluindo a República Dominicana, integram a lista de 34 países que foram excluídos do GSP porque desfrutam de vantagens decorrentes de seus acordos de livre comércio com a UE.