As restrições devem estar embasadas na recomendação da Procuradoria do órgão antitruste (ProCade), de abrir mão de uma das duas alianças globais de milhagem às quais cada uma das empresas pertence. Atualmente, a TAM integra a Star Alliance e a Lan, a Oneworld.
Os membros da autarquia não mostram tanta preocupação com a possibilidade de o negócio trazer prejuízo à concorrência, mas querem aproveitar o momento para passar um recado claro para futuras operações e a chegada, cada vez mais intensa, de empresas estrangeiras no Brasil.