O Índice de Preços ao Consumidor Semanal de Porto Alegre (IPC-S/Porto Alegre) permanece com a maior inflação entres os Estados brasileiros. A taxa registrada na terceira prévia do mês foi de 1,21%. O resultado foi 0,15 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na segunda semana de março, que foi de 1,36%. Quatro das sete classes de despesa apresentaram desaceleração, onde se destacam os grupos Transportes (de 1,54% para 1,02%) e Alimentação (de 3,19% para 2,82%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Além de Alimentação e Transportes, os grupos Habitação (de 0,58% para 0,57%), Despesas Diversas (de 0,15% para -0,06%) e Vestuário (de -0,38% para 0,06%) também tiveram desaceleração das taxas. Já as despesas componentes de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,58% para 0,63%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,25% para 0,35%) e Despesas Diversas (de 0,15% para -0,06%).
Já o O IPC-S das Capitais registrou variação de 0,87%, 0,06 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração, que foi de 0,93%. Quatro das sete capitais pesquisadas registraram decréscimos em suas taxas de variação: além de Porto Alegre, Belo Horizonte (de 0,81% para 0,75%), Rio de Janeiro (de 1,30% para 1,13%) e São Paulo (de 0,87% para 0,81%). Já Brasília (de 0,40% para 4,42%), Recife (0,79% para 0,91%) e Salvador (de 0,34% para 0,44%) tiveram acréscimos.
Capital segue com a taxa de IPC-S mais alta do Brasil
Índice ficou em 1,21%, mas resultado foi 0,15 ponto percentual menor que o anterior