Porto Alegre continua com a maior taxa do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S/Porto Alegre) do Brasil. Na segunda prévia de março, a Capital registrou variação de 1,36%. O resultado foi 0,01 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na primeira semana deste mês, que foi de 1,37%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGF).
Três das sete classes de despesa componentes apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos Transportes (de 2,15% para 1,54%) e Vestuário (de -0,26% para -0,38%). As pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Alimentação (3,19%) e Transportes (1,54%). Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Habitação; 0,58%, Saúde e Cuidados Pessoais; 0,58%, Educação, Leitura e Recreação; 0,25%, Despesas Diversas; 0,15% e Vestuário; -0,38%.
Já o O IPC-S das Capitais registrou variação de 0,93%, 0,05 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração, que foi de 0,88%. Quatro das sete capitais pesquisadas registraram acréscimos em suas taxas de variação: Brasília (de 0,40% para 0,44%), Recife (de 0,74% para 0,79%), Rio de Janeiro (de 1,14% para 1,30%) e São Paulo (de 0,81% para 0,87%). Além de Porto Alegre, apenas Belo Horizonte (de 0,85% para 0,81%) e Salvador (de 0,42% para 0,34%) apresentaram desaceleração.
Capital segue com a taxa de IPC-S mais alta do País
Porto Alegre registrou variação de 1,36%, 0,01 ponto percentual inferior a apuração anterior