As enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul nos últimos anos, principalmente a de maio de 2024, impactou e trouxe mais pressão para o mercado de seguros. Para o vice-presidente corporativo da Icatu Seguros e presidente da Rio Grande Seguros e Previdência, César Saut, o cenário é de complexidade.
Saut visitou, na manhã desta quarta-feira, o prédio do Correio do Povo. Ele foi recebido pelo diretor-presidente da redação, Marcelo Dantas, e debateu a situação atual do mercado, das empresas envolvidas na seguradora, dos empreendimentos e da importância de somar esforços para enfrentar os desafios atuais do setor.
“É um cenário em que a gente ainda precisa estar juntos para fazer o Rio Grande do Sul ter a grandeza e a altivez que pretendemos e almejamos. Querendo ou não, a gente ainda está vitimado pelas consequências da enchente e de outras questões climáticas que afetaram, inclusive, o nosso agronegócio”, afirmou, relacionando os impactos na produção com as interpéries climáticas em um importante setor para a economia. Durante o período da enchente, a seguradora chegou a prorrogar contratos e criou um fundo emergencial para acolher clientes, parceiros e comunidades afetadas.
Para o vice-presidente, o momento é de união para retomada e reconstrução do Estado, e as principais estratégias envolvem esforço conjunto entre as empresas da seguradora, os empresários, empreendimentos para avaliar os principais desafios de recomposição dos seguros e reflexões para impulsionar o mercado no futuro.
Direção do Icatú Seguros visita o Correio do Povo
Saut destaca relevância do acervo histórico do Correio do Povo
O vice-presidente da seguradora também visitou as dependências do arquivo histórico do Correio do Povo, como o de fotos e de jornais. A direção ainda acompanhou a exposição inaugurada em outubro “O Tempo em Notícias”, em homenagem aos 130 anos do jornal. Os materiais que retratam os momentos mais marcantes da história retratados nas páginas do jornal.
Durante a visita, Saut destacou a relevância do acervo e a sua relação pessoal com o jornal. “Minha família teve gráfica, me criei próximo desse ambiente e gosto muito da história. Aqui, tenho dois ativos que se misturam e que são de um interesse emocional para mim: a gráfica, que lembra um pouco da história da minha família, e a história do nosso próprio Estado. E o Correio do Povo está cravado na história do nosso estado. Então, foi muito prazerosa para mim essa visita”, completou.