A cesta básica ficou mais barata em setembro em 20 das 21 capitais brasileiras analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese). Apesar da redução, Porto Alegre segue com a cesta mais cara de todas as capitais, ao custo médio de R$ 436,68. Em seguida vêm São Paulo (R$ 421,02) e Florianópolis (R$ 419,17). Já as mais baratas são as de Salvador (R$ 318,52), Natal (R$ 323,90) e Recife (R$ 328,63).
Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta quarta-feira, as reduções mais expressivas ocorreram na região Nordeste do país: Maceió (-5,22%), Fortaleza (-4,85%) e João Pessoa (-4,62%). A única alta ocorreu em Campo Grande (1,17%).
Considerando a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as necessidades de uma pessoa e da família dela com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou como salário mínimo ideal, em setembro, R$ 3.668,55 – o valor 3,92 vezes superior ao mínimo atual de R$ 937.
Cesta Básica cai em todo o país, mas Porto Alegre segue com a mais cara
Pacote de alimentos essenciais custa R$ 436,68 na Capital