Em Porto Alegre houve variação de 0,47%, na segunda semana do mês. O resultado foi 0,01 ponto percentual superior ao divulgado na primeira semana, de 0,46%.
Nesta edição, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação na capital gaúcha, entre as quais se destacam os grupos Educação, Leitura e Recreação e Habitação, cujas taxas passaram de -0,38% para -0,23%, e de 0,54% para 0,68%, respectivamente.
A análise deste resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Alimentação; 0,69%, Habitação; 0,68% e Transportes; 0,58%.
Abaixo da variação média se situaram os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais; 0,31%, Vestuário; 0,30%, Despesas Diversas; 0,09%, Comunicação; 0,00% e Educação, Leitura e Recreação; -0,23%.
Outras cidades que tiveram alta foram Salvador (0,11 ponto percentual, ao passar de 0,40% para 0,51%), Rio de Janeiro (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,39% para 0,48%) e São Paulo (0,07 ponto percentual, ao passar de 0,15% para 0,22%).
Já as cidades de Belo Horizonte e Recife tiveram queda na taxa de inflação. Em Belo Horizonte, o IPC-S caiu 0,07 ponto percentual, ao passar de 0,83% para 0,76%, enquanto em Recife houve redução de 0,05 ponto percentual, ao passar de 0,93% para 0,88%.
A média nacional do IPC-S, divulgada na semana passada, registrou aumento de 0,06 ponto percentual, ao atingir 0,47% na semana de 15 de março.