Já a projeção para a expansão do PIB industrial também foi revisada para baixo, de 2,6% para 1,0%. No ano passado, houve retração de 0,8%. A CNI elevou de 4% para 5,1% a projeção de crescimento da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), utilizada como medida dos investimentos, ante queda de 4,0% em 2012. Para o consumo das famílias, a estimativa caiu de 3,5% para 2,3%. No ano passado, houve alta de 3,1%.
A CNI também elevou sua projeção para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2013 de 7,25% para 9,50% ao ano. Para a taxa média do ano, a previsão passou de 7,25% para 8,25% ao ano. Já a projeção para o IPCA subiu de 5,7% para 6,0%. A expectativa para a taxa real de juros passou de 0,9% para 1,7% ao ano.
A estimativa para o câmbio médio no mês de dezembro de 2013 passou de R$ 2,00 para R$ 2,18. A taxa média do ano passou de R$ 1,98 para R$ 2,10. A previsão para a taxa de desemprego caiu de 5,4% para 5,3%.
A CNI reduziu ainda a sua projeção para o superávit primário do setor público em 2013 de 1,7% para 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB). A previsão para o déficit nominal passou de 3,2% para 3,4% do PIB. Para a relação dívida líquida/PIB, passou de 35,4% para 34,9%.
A projeção para o saldo da balança comercial neste ano caiu de 11,3 bilhões de dólares para 9,2 bilhões de dólares. Para as exportações, caiu de 253,4 bilhões de dólares para 249,3 bilhões de dólares. Para as importações, passou de 242,1 bilhões de dólares para 240,1 bilhões de dólares. A previsão para o déficit em conta corrente subiu de 68,1 bilhões de dólares para 74,3 bilhões de dólares.