A Fibria, que resultou da fusão da Aracruz Celulose à Votorantim Celulose e Papel concluiu o contrato de venda da Unidade em Guaíba para o grupo chileno CMPC. O valor do negócio é de US$ 1,43 bilhão. A transação envolve terras e florestas, mas deixa de fora os US$ 180 milhões referentes aos equipamentos e aos contratos com fornecedores, que ainda podem ser usados pela Fibria em projetos futuros de expansão. O fechamento da operação é previsto para dezembro.
O valor da transação, segundo a assessoria da Fibria, equivale a mais de 11 vezes o lucro da empresa previsto em 2009. A venda ainda permite alongar o perfil da dívida acumulada, de mais de R$ 13 bilhões. Com isso, a Fibria pretende voltar a fazer investimentos florestais já em 2010 e fabris em 2011.
O pagamento do negócio deve ser feito em duas parcelas: US$1 bilhão em 15 de dezembro de 2009 e US$ 430 milhões até 30 de janeiro de 2010, em valores corrigidos.