Os dados de atividade da China e na zona do euro melhores do que esperado, embora ainda fracos, ajudaram a sustentar o avanço do euro. Já os indicadores dos EUA piores do que as previsões determinaram o recuo do dólar no mercado internacional de moedas, com forte influência sobre a formação de preço no câmbio local, disse um operador de câmbio de uma corretora paulista. Segundo a fonte, a queda das vendas de imóveis novos e a forte baixa no índice de atividade industrial do Fed de Richmond corroboram a fraqueza da economia norte-americana, elevando expectativas de que o presidente do banco central americano (Fed), Ben Bernanke, poderá anunciar medidas de estímulo à economia em discurso previsto para sexta-feira.
No câmbio doméstico, o rumo de baixa do dólar consolidou-se após a promessa do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o setor exportador não será afetado, caso o governo decida elevar ainda mais a alíquota de IOF incidente no mercado de derivativos. Essa sinalização em meio à declaração do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, de que, no momento, o governo não analisa nenhuma nova medida para controle de capitais no mercado definiu o rumo do mercado à tarde.
Câmbio turismo
Nas operações de câmbio turismo, o dólar ficou estável hoje a R$ 1,677 na ponta de venda e a R$ 1,553 na compra. O euro turismo recuou 0,25% para R$ 2,417 na venda e R$ 2,227 na compra.