Economia

Desemprego em Porto Alegre fica estável em setembro, segundo IBGE

Taxa de desocupação foi de 6,3%

Contingente de desocupados em setembro de 2015 foi estimado em 1,9 milhão de pessoas nas seis regiões investigadas
Contingente de desocupados em setembro de 2015 foi estimado em 1,9 milhão de pessoas nas seis regiões investigadas Foto : Vinicius Roratto / CP Memória
O desemprego permaneceu estável no mês de setembro na região Metropolitana de Porto Alegre, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desocupação foi de 6,3%, um aumento de 0,3 ponto percentual em relação a agosto (6%).

Segundo a pesquisa, em setembro, havia 3,5 milhões pessoas em idade ativa, o que representou crescimento no mês (0,1%) e no ano (0,8%). Das 2 milhões pessoas economicamente ativa, 53,1% encontravam-se ocupadas, 3,6%, desocupadas e 43,3%, não economicamente ativas. O número de pessoas desocupadas ficou em 127 mil.

Número nacionais

O desemprego em setembro de 2015 foi estimado em 7,6% conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). Em setembro de 2014, a taxa era 4,9%. A taxa de desocupação em setembro, no entanto, ficou estável em relação a agosto deste ano.

O contingente de desocupados, em setembro de 2015 foi estimado em 1,9 milhão de pessoas nas seis regiões investigadas: houve crescimento de 56,6% em relação a setembro de 2014. Isso significa que há mais 670 mil pessoas em busca de trabalho. A população ocupada foi estimada em 22,7 milhões, refletindo estabilidade na análise mensal (em comparação a agosto) e retração de 1,8% (menos 420 mil pessoas) na comparação com setembro de 2014. O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (11,3 milhões) não variou na comparação mensal e, frente a setembro do ano passado, caiu 3,5% (menos 409 mil pessoas).

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi estimado em R$ 2.179,80: ficou 0,8% menor que o verificado em agosto (R$ 2.196,54) e 4,3% abaixo do apurado em setembro de 2014 (R$ 2.278,58). A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em 50,1 bilhões em setembro de 2015. Está 0,6% menor que a estimada em agosto.
Na comparação anual esta estimativa recuou 6,1%.

A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 50,3 bilhões), estimada em agosto de 2015, caiu 0,5% frente a julho e recuou 6,3% na comparação com agosto de 2014.

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