A estabilidade deveu-se ao aumento de 8 mil ocupações, número bem próximo ao das 9 mil pessoas que ingressaram na força de trabalho. A taxa de participação também ficou praticamente estável, passando de 56,8% em março para os atuais 56,9%.
O nível ocupacional teve ligeira elevação, de 0,4% em relação a março. O total de ocupados, no mês de abril, foi estimado em 1.887 mil trabalhadores. Entre os principais setores de atividade econômica analisados, registrou-se acréscimo no contingente ocupado no comércio (5 mil pessoas) e, em menor medida, nos serviços (3 mil) e na construção civil (mil trabalhadores). A indústria de transformação apresentou estabilidade.
Setores
De acordo com a posição na ocupação, o pequeno crescimento no total de assalariados (4 mil pessoas ou 0,3%) refletiu o ingresso de 7 mil pessoas no setor público, uma vez que o assalariamento no setor privado teve redução de 3 mil trabalhadores. O recuo do emprego neste último segmento deveu-se à diminuição de 2 mil pessoas (-0,2%) com carteira assinada e de mil pessoas (-0,7%) sem carteira assinada.
Nos outros tipos de inserção, também foi registrado recuo do nível ocupacional, de 3 mil (-1,1%) para os autônomos e de mil (-1,0%) para os empregados domésticos. Já o agregado demais posições — que inclui empregadores, donos de negócio familiar, trabalhadores familiares sem remuneração, profissionais universitários autônomos e outras posições ocupacionais — registrou alta de 8 mil postos de trabalho (4,5%).