A posição ocupacional que mais cresceu foi a dos trabalhadores assalariados do setor privado com carteira assinada, cujo contingente atingiu a marca de oito mil. Em agosto, aumentos nos rendimentos médios reais e no emprego, tanto para assalariados quanto para ocupados, determinaram o aumento da massa de rendimentos reais para as duas categorias.
Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre é o menor em 18 anos no mês de setembro
Setor de serviços puxou o bom resultado
A Região Metropolitana de Porto Alegre teve a menor taxa de desemprego para o mês de setembro desde o início da série da Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED/RMPA – na Capital, em 1992. O contingente de ocupados cresceu 0,7%. A variação positiva foi puxada exclusivamente pelo setor de serviços, que cresceu 3,2%. Houve redução do número de ocupados no comércio (-1,8%) e na construção civil (-9,1%). Na indústria, não houve alterações no índice. A geração de cinco mil postos de trabalho no setor não foi suficiente para garantir a absorção de seis mil indivíduos que entraram no mercado de trabalho e o número de desempregados aumentou em mil pessoas.
A posição ocupacional que mais cresceu foi a dos trabalhadores assalariados do setor privado com carteira assinada, cujo contingente atingiu a marca de oito mil. Em agosto, aumentos nos rendimentos médios reais e no emprego, tanto para assalariados quanto para ocupados, determinaram o aumento da massa de rendimentos reais para as duas categorias.
A posição ocupacional que mais cresceu foi a dos trabalhadores assalariados do setor privado com carteira assinada, cujo contingente atingiu a marca de oito mil. Em agosto, aumentos nos rendimentos médios reais e no emprego, tanto para assalariados quanto para ocupados, determinaram o aumento da massa de rendimentos reais para as duas categorias.