O desemprego no país caiu para 5,6% no trimestre encerrado em julho de 2025, registrando a menor taxa de desocupação da série, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.
O resultado representa uma queda significativa em relação aos 6,6% do trimestre anterior e aos 6,9% do mesmo período em 2024. A diminuição do desemprego é acompanhada por um aumento recorde na população ocupada, que chegou a 102,4 milhões de pessoas.
Cenário de Crescimento e Oportunidades
A melhoria no cenário de emprego é ampla, refletida em diversos indicadores. A população desocupada caiu em mais de 1 milhão de pessoas no trimestre, enquanto a taxa de subutilização da força de trabalho atingiu seu ponto mais baixo, em 14,1%. A queda na subutilização indica que menos pessoas estão desalentadas ou subocupadas por insuficiência de horas.
Além do crescimento geral, a qualidade do emprego também mostra sinais de avanço. O número de empregados com carteira assinada alcançou um novo recorde de 39,1 milhões, indicando um aumento da formalização. O número de trabalhadores por conta própria também cresceu, assim como os empregos no setor público.
Aumento da Renda e da Massa de Rendimento
O crescimento do emprego também foi acompanhado por um aumento na renda dos trabalhadores. O rendimento real habitual de todos os trabalhos alcançou R$ 3.484, um valor recorde que representa um crescimento de 1,3% no trimestre.
A massa de rendimento real habitual, que reflete o total de dinheiro em circulação, também subiu, chegando a R$ 352,3 bilhões. Esses dados demonstram que, além de haver mais pessoas empregadas, a renda disponível para a população está aumentando, impulsionando a economia como um todo.