Ele ressaltou que o relatório foi fechado em dezembro, mas a fiscalização foi feita, em todos os estados, durante um período grande e muitas informações já foram atualizadas. A conclusão do relatório aponta que a maioria dos atrasos não oferece risco iminente ao abastecimento de energia para a Copa de 2014.
O diretor destacou que a tendência, nos próximos anos, é que o Brasil tenha que acionar maior número de termelétricas para suprir a necessidade energética do país. “As térmicas são colocadas para ser acionadas de acordo com a evolução da hidrologia. Tem ano em que não usamos nenhuma energia de térmicas, quando São Pedro é bondoso e encheu demais os reservatórios.”
Segundo ele, o governo vai estudar a possibilidade de realizar leilões definindo necessidades regionais de construção de termelétricas. “À medida que tem volume maior de térmicas, temos que estudar a necessidade mais localizada desse tipo de usina”, afirmou.