Economia

Economia do Brasil cresce menos que a de parceiros do Mercosul

Paraguai, Uruguai, Peru e Argentina tiveram indíces superiores em 2010 conforme o Cepal

A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) estima que a economia da região vai crescer em torno de 6% neste ano, uma significativa recuperação em relação à queda de 1,9% em 2009. Apesar de ser a maior economia de bloco, o Brasil cresceu proporcionalmente menos que seus parceiros no Mercosul.

Em razão de suas dimensões continentais, o País ainda vai liderar a evolução econômica do Cepal, mas com 7,7% de alta, a economia brasileira fica atrás de quatro signatários do Mercosul: Paraguai (9,7%), Uruguai (9%), Peru (8,6%) e a Argentina (8,4%).

As estimativas técnicas da Cepal apontam ainda crescimentos de 7% para República Dominicana, 6,3% para o Panamá e 5,3% para Chile e México. Os demais países da região terão expansões abaixo de 4%, enquanto Venezuela e Haiti apresentarão retrações de 1,6% e 7%, respectivamente.

Técnicos da Cepal estimam que para 2011 o crescimento regional será de 4,2% e que o Haiti deve liderar esse índice. O pais caribenho, assolado por terremotos e pela cólera deve chegar 9% de alta, por causa da ajuda externa para reconstrução do país. Logo em seguida virão as economias do Panamá (7,5%), Peru e Chile (6%), Uruguai e República Dominicana (5%) Argentina (4,8%), Brasil (4,6%), Bolívia (4,5%), Paraguai e Colômbia (4%). Os demais países terão expansões menores e não há indicativos de possíveis retrações, como previsto pelo Cepal neste ano.

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