Não é apenas a zona do euro que precisa agir e conter a crise de dívida soberana, mas também os Estados Unidos, que precisam elaborar um plano crível para equilibrar suas finanças públicas no médio prazo, e a China, que deveria estimular o consumo doméstico para levar seu balanço de pagamentos para mais perto do equilíbrio.
Os comentários da diretora do FMI foram feitos um dia após o organismo internacional alertar que a economia global vai desacelerar neste ano, o que gerou a revisão dos prognósticos de crescimento e o acionamento de um alerta sobre uma recessão na Europa, caso não sejam tomadas ações mais fortes para conter a crise do endividamento. O FMI projetou que a economia global deve crescer 3,3% neste ano, ritmo inferior ao 3,8% do ano passado. Em setembro, o organismo internacional havia projetado expansão de 4% para este ano. As informações são da Dow Jones.