Baroin, que afirmou não ser possível alavancar a capacidade da EFSF para 2 trilhões de euros, disse que formuladores de políticas públicas da França pediram grandes intervenções do Banco Central Europeu (BCE) nos mercados de bônus. Embora ainda considere isso como a opção mais efetiva, a França recuou diante da oposição da Alemanha, disse Baroin.
Em um debate parlamentar sobre as conclusões da cúpula de líderes do G-20, Baroin recebeu com satisfação a aprovação, em princípio, pela China da possibilidade de entrar na cesta de moedas que compõem o Direito Especial de Saques (SDR, na sigla em inglês), a moeda do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Isso colocará o yuan chinês no caminho de uma convertibilidade maior, o que ajudaria a evitar guerras cambiais, afirmou o ministro. As informações são da Dow Jones.