Técnica é usada no preparo do espetinho

Técnica é usada no preparo do espetinho

Empreendedor aprimorou o negócio com pesquisas e cursos

Correio do Povo

Vinicius Veiga atua na região da Borges de Medeiros, em Porto Alegre

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A catástrofe climática parou o Centro de Porto Alegre no período mais agudo das chuvas e enchentes, mas o empreendedor Vinicius Veiga seguiu trabalhando ainda mais, desta vez como voluntário. O idealizador do Churrasco do Veiga, que hoje vende espetinhos na Borges de Medeiros, 353, aproveitou a experiência de gestão e o tempo que atuou como militar para prestar ajuda.

"Fui uma das lideranças na organização do centro de distribuição de doações do Gasômetro, e também uma das diversas lideranças sobre logística e resgate", relembra. "Como todos os outros gaúchos, fiz com o intuito de ajudar o próximo. A liderança na base do Gasometro aconteceu de forma espontânea porque eu exercia um cargo de militar antes. Então basicamente eu sabia como liderar pessoas em casos de caos e catástrofes", assinala.

Veiga anteriormente vendia os espetinhos na Praça da Alfândega, nas proximidades do Shopping Rua da Praia, mas hoje está na região da Borges e oferece dois tipos: carne ou misto, este último com frango e linguiça. "O faturamento aumentou bastante, tudo depende do ponto em que o negócio está", observa. A média de vendas é de 40 espetinhos por dia ao preço de R$ 10.

"Fiz muita pesquisa sobre manuseio e preparo, tenho dois cursos básicos de manipulação de alimentos e um de mestre de espetinho", conta o empreendedor, que é técnico em Administração e não teve dificuldades em gerir o próprio negócio, além da experiência em trabalhos como gerente de loja e monitoramento de cargas no exterior.

Empresas têm oportunidade de negociação

Renegociações de dívidas de empresas com bancos associados à Febraban já alcançam R$ 1,3 bilhão em volume no Programa Desenrola Pequenos Negócios, voltado à repactuação de empréstimos. O número ficou 30% superior na comparação entre os levantamentos semanais de final de maio e início de junho.

A iniciativa permite renegociar dívidas bancárias de MEIs e empresas de micro e pequeno porte que faturem até R$ 4,8 milhões anuais, informa a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Serão beneficiadas dívidas não pagas até 23 de janeiro de 2024. Taxas e parcelas são definidas diretamente entre o cidadão e o banco credor. A ação que começou em maio não tem prazo para acabar e segue disponível.


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