Economia

Esperamos completar em 2025 todos trabalhos para complementar acordo Mercosul-UE, diz Alckmin

O presidente em exercício ainda salientou que o papel do presidente Lula, que no Japão, para ampliar as negociações comerciais

Alckmin também fez menções à China como o maior parceiro comercial do Brasil
Alckmin também fez menções à China como o maior parceiro comercial do Brasil Foto : Bruno Peres / Agência Brasil / CP

O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira, 24, que espera a complementação dos trabalhos para o acordo entre o Mercosul e a União Europeia ainda neste ano. Alckmin elogiou o papel do País no comércio exterior.

'O Brasil tem tradição de não ter litígio com ninguém. Defendemos o comércio exterior, o livre-comércio, e celebramos o acordo entre Mercosul e UE', afirmou, em participação remota no evento Rumos 2025, organizado pelo jornal Valor Econômico. O presidente em exercício ainda salientou que o papel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é ampliar as negociações comerciais. 'O presidente está no Japão e uma das razões é o comércio exterior', pontuou.

Alckmin também fez menções à China como o maior parceiro comercial do Brasil, sobretudo pelas exportações de commodities. 'Produtos primários são importantes', disse. Como ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Alckmin destacou que a pasta está trabalhando para promover a desburocratização da indústria.

'Vamos aproveitar todas as oportunidades com EUA e China. A disposição do Brasil é fortalecer o comércio exterior. Lamentamos as atitudes dos EUA, porque têm superávit comercial com a gente. Mas não somos problema para os EUA', reforçou.

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