"Do ponto de vista dos riscos dos fundos próprios, no cálculo dos títulos da dívida do Tesouro e de outros títulos garantidos pelo Estado Federal americano, e para as administrações públicas e organismos relacionados nada mudará", destaca a circular. O status desses títulos "será o mesmo" nos pagamentos dos reguladores, entre eles o Federal Reserve, o Banco Central americano.
A agência de avaliação de risco financeiro reduziu a nota da dívida dos EUA porque "o plano de consolidação fiscal que o Congresso e o governo acertaram recentemente não abrange (...) o que deveria ser feito para estabilizar a dinâmica da dívida do governo a médio prazo".
Em seu comunicado, a S&P sugere que qualquer plano efetivo de redução do déficit exigirá cortes de ao menos 4 trilhões em 10 anos. O plano acertado entre o governo de Barack Obama e o Congresso prevê cortes de 2,4 trilhões.