Com relação à indústria, as vendas externas totalizaram 1,38 bilhão de dólares. As principais quedas foram verificadas nos segmentos de Produtos Químicos (-29,7%), Couro e Calçados (-28,8%) e Máquinas e Equipamentos (-24,1%). Já os crescimentos mais expressivos foram verificados em Tabaco (46,3%), Móveis (27,8%) e Produtos de Metal (26,7%).
A China manteve a primeira colocação em agosto como destino das exportações totais, com um aumento de 8% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os principais produtos importados pelo país asiático foram grãos e óleos de soja. Em seguida veio a Argentina, apesar de ter reduzido em 28% os pedidos de produtos gaúchos, recebendo basicamente veículos automotores. Na terceira posição ficaram os Estados Unidos, ao elevar em 9% as compras, com destque para tabaco não manufaturado e armas de fogo.
As importações totais subiram 3,2% e fecharam em 1,47 bilhão de dólares. As compras mais significativas do Estado foram de combustíveis e lubrificantes (óleo bruto de petróleo), bens de consumo duráveis (veículos automotores) e bens de capital (veículos de carga e tratores).
De janeiro a agosto, as exportações da indústria sofreram uma diminuição 5,2% em comparação com o mesmo período do ano passado. Diante desse quadro, o Rio Grande do Sul encolheu participação em 0,2% nas vendas externas do País, no acumulado do ano. Entre os Estados exportadores, obteve a quarta posição ao responder por 7,5% da pauta brasileira. A liderança ficou com São Paulo (23,9%), seguido por Minas Gerais (13,9%) e Rio de Janeiro (12,1%).