Economia

Fiergs sedia 3º reunião do comitê empresarial Brasil-Cazaquistão

O vice-presidente da CNI, Gilberto Porcello Petry, destacou a importância do encontro, enfatizando as oportunidades de negócios entre os dois países

A 3ª Reunião do Comitê Empresarial Brasil-Cazaquistão foi realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).
A 3ª Reunião do Comitê Empresarial Brasil-Cazaquistão foi realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Foto : Dudu Leal/Fiergs/CP

A 3ª Reunião do Comitê Empresarial Brasil-Cazaquistão foi realizada nesta quinta-feira na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). O evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Fiergs e o Centro de Indústria e Exportação do Cazaquistão (QazIndustry) contou com a presença do Embaixador do Cazaquistão no Brasil desde 2021, Bolat Nussupov e do presidente do Centro de Indústria e Exportação do Cazaquistão, Berik Bekenov.

Na abertura, o secretário de desenvolvimento econômico do RS, Ernani Polo observou que no aspecto de segmentos econômicos e produção, o Estado tem semelhanças com o Cazaquistão. “Em muitas áreas podemos avançar, como tecnologia e inovação, que apresentam grandes oportunidades”. Polo destacou também as localizações estratégicas do Rio Grande do Sul em relação ao Mercosul e do Cazaquistão na Ásia, também por sua proximidade com importantes parceiros como China e Rússia.

O vice-presidente da CNI, Gilberto Porcello Petry, destacou a importância do encontro, enfatizando as oportunidades de negócios entre os dois países. Ele afirmou que o principal objetivo é mostrar aos empresários brasileiros que o Cazaquistão, um país com vastas reservas de petróleo e uma população relativamente pequena, que apresenta um mercado promissor.

Petry ressaltou a importância de estabelecer conexões duradouras: “Estamos realizando este encontro para evidenciar as possibilidades de negócio com o Cazaquistão. O embaixador é muito ativo e está constantemente em contato, buscando oportunidades para fortalecer as relações comerciais”, declarou.

Apesar do crescimento no intercâmbio de negócios nos últimos anos, Petry reconheceu que os resultados ainda estão aquém do esperado. “É um processo gradual e sempre precisamos de um primeiro passo. A área de negócios, especialmente na exportação de carne, é promissora, mas enfrentamos desafios logísticos, como a dificuldade de acesso aos portos do Báltico, que complicam o envio de produtos”, explicou.

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