Checcucci disse que a mudança facilita a reorganização do espaço e prepara os aeroportos para os grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014. Segundo ele, a localização de lojas francas depois da fiscalização aduaneira já existe em vários países do mundo. "Os controles já são muito eficientes do ponto de vista dos sistemas informatizados de acompanhamento daquilo que é comprado", explicou.
Para adquirir produtos destas lojas, que são isentos de tributos de importação, o passageiro terá de continuar apresentando o passaporte e bilhete de voo internacional. Checcucci disse que os aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro são os que mais precisam de espaço, mas está sendo feito um estudo para a mudança. A Instrução Normativa também garante que a loja que estiver instalada na área anterior à ocupada pela fiscalização aduaneira de bagagem poderá permanecer no local até o final do contrato.