O investimento pode chegar a 5 bilhões de dólares e deve triplicar o volume de gás disponível no Estado. Um estudo vai definir o tamanho e a forma do projeto. A tendência é que a planta de regaseificação tenha capacidade de produção de 7 milhões de metros cúbicos ao dia. Parte será destinado a fábrica de fertilizantes e o restante será distribuído para geração de eletricidade e consumo industrial.
"Temos convicção que o estudo será positivo e as consequências serão excepcionais para o Rio Grande do Sul", disse Tarso. Desde a posse , em janeiro de 2011, uma equipe técnica e política, coordenada pelo governador Tarso Genro, trabalha em ações conjuntas com a Petrobras para aumentar a capacidade e a participação do Rio Grande do Sul na produção de energia.
"Trabalhando com o Rio Grande do Sul, Samsung e Hyundai tenho certeza que teremos um excelente resultado. É um trabalho cooperativo para um projeto estruturante", ressaltou a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, futura presidente da estatal. Segundo ela, a combinação de um terminal de regaseificação e uma fábrica de fertilizantes fará diferença do ponto de vista energético para o Rio Grande do Sul.
Além do governador Tarso Genro e da diretora da Petrobras Maria das Graças Foster, também assinaram o documento o vice-presidente de Graneleiros da Hyundai Marinha Mercante, Young Joon Lee, e o presidente da Samsung C & T do Brasil, Choong Ki Jung.
Também participaram da solenidade os secretários Mauro Knijnik (Desenvolvimento e Promoção do Investimento), Beto Albuquerque (Infraestrutura e Logística) e Vinícius Wu (Chefe de Gabinete do Governador), o presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento, Marcus Coester, e o presidente do Badesul, Marcelo Lopes.