Carvalho disse ainda que o governo continuará com o programa de redução da tarifa de energia que, segundo ele, "todo mundo sabe o quanto é importante para a economia industrial e para a economia doméstica, também". Questionado se a recusa das concessionárias dos estados governados pelo PSDB (São Paulo, Minas Gerais e Paraná) seria uma forma de politizar o assunto, Carvalho respondeu: "Eu não posso dar esse qualificativo. A gente só lamenta esse fato, já que tantas outras empresas aderiram. É da vida, é da luta", comentou.
O objetivo do governo era uma redução média no valor das tarifas de energia à população de 20,2%. No entanto, a diminuição deve ser inferior, de até 16,7%, devido à recusa das companhias de aderir à proposta do governo.