O diretor disse que o FMI "não está nada feliz" com a forma como o programa de privatizações da Grécia está sendo implementado. "Tem havido algum interesse de países do Oriente Médio e outras regiões. Eles (os gregos) deveriam realmente aproveitar todas as oportunidades que se apresentam".
Borges também afirmou que a experiência da crise de 2008 mostrou às autoridades a importância de agir rapidamente para evitar que problemas financeiros se tornem sistêmicos. "A Grécia em si não é um problema muito grande. A preocupação é a natureza sistêmica da crise e quão rapidamente as coisas podem se espalhar. O medo já está se espalhando, a falta de confiança já é evidente". As informações são da Dow Jones.