Sindicatos dos setores público e privado uniram forças no protesto deste domingo, rejeitando o que consideram "exigências inaceitáveis" da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional, argumentando que as medidas violam os direitos dos trabalhadores e os acordos coletivos. O último corte de orçamento inclui redução de 22% do salário mínimo e de 12% das pensões acima de 1,3 mil euros.
Partidos de extrema esquerda também devem participar de um segundo protesto em Atenas nesta tarde. O movimento hoje ocorre uma semana depois do Parlamento aprovar novas medidas de austeridade e provocar protestos violentos em que grupos incendiaram prédios na capital grega. As informações são da Dow Jones.