Os preços da alimentação desaceleraram, porém, continuam muito acima da inflação média. A maior contribuição agora foi dos itens ligados à habitação, sendo destaques os aumentos da energia elétrica (9,23%) e condomínio (1,77%). As classes que apresentaram maior aceleração foram Habitação e Vestuário, que passaram de 0,84% para 1,43%, e de -0,04% para 0,37%, respectivamente.
A carne suína continua em alta (passou de 12,00% para 13,38%), frango inteiro, volta a acelerar seus preços, de -0,20% para 3,47%, erva mate igualmente, de 4,09% para 5,13% e deverá manter-se elevado até a nova safra.
A pesquisa revela também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais; 0,67%, Comunicação; 0,56%, Vestuário; 0,37%, Despesas Diversas; 0,17%, Transportes; 0,10% e Educação, Leitura e Recreação; -0,08%.O resultado foi 0,05% superior ao divulgado na primeira semana do mês: 0,79%.