Na comparação com março, a inadimplência aumentou 1,5%. Na comparação com o ano passado, o "calote" cresceu 17,3%. A Serasa diz que o endividamento maior dos consumidores e o avanço da inflação, que reduz o poder de compra do consumidor, têm feito com que a inadimplência continue progredindo.
Enquanto as dívidas bancárias e não bancárias cresceram, o total de protestos e os cheques devolvidos no mês passado diminuíram. Juntas, elas representaram pouco mais de 1 em cada 10 dívidas (ou 13,2% do total). Em relação a março, a queda nesses tipos de débitos do consumidor foi de 12,6% e 14,6%, respectivamente.
O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor leva em conta sua base de dados de clientes em todo o País para servir como termômetro do comportamento da inadimplência.
As informações são do portal R7