Em setembro, os indicadores pesquisados tiveram resultados contraditórios, segundo a Fiergs. Em relação a agosto, a expansão da atividade industrial refletiu o aumento do Faturamento (5,8%), das Compras de Matérias-Primas (3,2%) e da Massa Salarial (1,7%). Por outro lado, caíram o Emprego (-0,1%), as Horas Trabalhadas na Produção (-0,5%) e a Utilização da Capacidade Instalada (-2,1%).
No acumulado de 2011, o desempenho ficou praticamente zerado (-0,1%), ante os primeiros nove meses de 2010. Os piores resultados setoriais vieram de Tabaco (-10%), Máquinas e Material Elétrico (-9%), Têxteis (-6%) e Máquinas e Equipamentos (-4,2%). Os maiores avanços foram verificados em Material Eletrônico e de Comunicação (20,3%), Veículos Automotores (12,7%) e Químicos e Refino de Petróleo e Álcool (2,1%).