Nesta edição, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Alimentação e Educação, Leitura e Recreação, cujas taxas passaram de 0,69% para 1,26%, e de 1,67% para 2,21%, respectivamente.
A análise deste resultado mostra que as pressões acima e igual à variação média foram exercidas pelos grupos: Educação, Leitura e Recreação (2,21%), Alimentação (1,26%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,91%) e Habitação (0,64%). Abaixo da variação média se situaram os grupos: Despesas Diversas (0,54%), Comunicação (0,07%), Transportes (0,07%) e Vestuário (-2,26%).
O núcleo do IPC-S/Porto Alegre registrou variação de 0,45%. Em relação a julho, quando a taxa ficou em 0,12%, o núcleo avançou 0,33 ponto percentual. No ano, o indicador apresentou variação de 2,82% e nos últimos 12 meses, 4,79%. Para efeito de cálculo do núcleo foram excluídos os itens com variações inferiores a -0,16% e superiores a 1,38%.
IPC-S sobe em seis das sete capitais pesquisadas
A inflação medida pelo IPC-S registrou aumento em seis das sete capitais pesquisadas pela FGV, entre a terceira e a quarta semanas de agosto: Brasília (de 0,28% para 0,48%), Recife (0,28% para 0,42%), Belo Horizonte (0,14% para 0,27%), Rio de Janeiro (0,51% para 0,55%) e São Paulo (0,24% para 0,28%).
Apenas Salvador apresentou queda na taxa de inflação, de 0,02 ponto percentual, ao passar de 0,46% na terceira semana de agosto para 0,44% na semana seguinte. A média nacional do IPC-S subiu 0,1 ponto percentual entre a terceira e a quarta semana do mês, fechando agosto em 0,44%.